FORMAÇÃO .07/01/2011

COMEÇAMOS O ANO DE 2011 NOS APROFUNDANDO NO DOCUMENTO DE APARECIDA RICO , PARA NOS SERVOS E AMIGOS DE JESUS .
NA NOITE DESTA QUINTA FEIRA DATA 06/01/2011 TIVEMOS A EXPERIÊNCIA DE MERGULHAR EM ALGUNS PARÁGRAFOS .


146. Bento XVI nos recorda que: “o discípulo, fundamentado assim na rocha da Palavra de Deus, sente-se
Motivado a levar a Boa Nova da salvação a seus irmãos. Discipulado e missão são como os dois lados de uma
Mesma moeda: quando o discípulo está enamorado de Cristo, não pode deixar de anunciar ao mundo que só
Ele salva (cf. At 4,12). Na realidade, o discípulo sabe que sem Cristo não há luz, não há esperança, não há
Amor, não há futuro”62. Esta é a tarefa essencial da evangelização, que inclui a opção preferencial pelos
Pobres, a promoção humana integral e a autêntica libertação cristã.  147. Jesus saiu ao encontro de pessoas em situações muito diferentes: homens e mulheres, pobres e ricos,
Judeus e estrangeiros, justos e pecadores... Convidando-os a segui-los. Hoje, segue convidando a encontrar
n’Ele o amor do Pai. Por isto mesmo, o discípulo missionário há de ser um homem ou uma mulher que torna
Visível o amor misericordioso do Pai, especialmente aos pobres e pecadores.
148. Ao participar desta missão, o discípulo caminha para a santidade. Vive-la na missão o conduz ao
Coração do mundo. Por isso, a santidade não é uma fuga para o intimismo ou para o individualismo religioso,
Muito menos um abandono da realidade urgente dos grandes problemas econômicos, sociais e políticos da
América Latina e do mundo e, muito menos, uma fuga  da realidade para um mundo exclusivamente
Espiritual63.

4.4 Animados pelo Espírito Santo
149. No começo de sua vida pública e depois de seu  batismo, Jesus foi conduzido pelo Espírito Santo ao
Deserto para se preparar para a sua missão (cf. Mc 1,12-13) e, através da oração e do jejum, discerniu a
Vontade do Pai e venceu as tentações de seguir outros caminhos. Esse mesmo Espírito acompanhou Jesus
Durante toda sua vida (cf. At 10,38). Uma vez ressuscitado, Ele comunicou seu Espírito vivificado aos seus
(cf. At 2,33).
150. A partir de Pentecostes, a Igreja experimenta de imediato fecundas irrupções do Espírito, vitalidade
Divina que se expressa em diversos dons e carismas  (cf. 1 Cor 12,1-11) e variados ofícios que edificam a
Igreja e servem à evangelização (cf. 1 Cor 12,28-29). Através destes dons, a Igreja propaga o ministério
Salvífico do Senhor até que Ele de novo se manifeste no final dos tempos (cf. 1 Cor 1,6-7). O Espírito na
Igreja forja missionários decididos e valentes como Pedro (cf. At 4,13) e Paulo (cf. At 13,9),, indica os
Lugares que devem ser evangelizados e escolhe aqueles que devem faze-lo (cf. At 13,2).
151. A Igreja, enquanto marcada e selada “com Espírito Santo e fogo” (Mt 3,110, continua a obra do Messias,
Abrindo para o crente as portas da salvação (cf. 1 Cor 6,110. Paulo afirma isso desse modo: “Vocês são uma
Carta de cristo redigida por nosso ministério e escrita não com tinta, mas com o Espírito do deus vivo” (2
Cor 3,3). O mesmo e único Espírito guia e fortalece a Igreja no anúncio da Palavra, na celebração da fé e no
Serviço da caridade até que o Corpo de Cristo alcance a estatura de sua Caneca (cf. Ef 4,15-16). Deste modo,
Pela eficaz presença de seu Espírito, até a parusia Deus assegura sua proposta de vida para homens e
Mulheres de todos os tempos e lugares, impulsionando a transformação da história e seus dinamismos.
Portanto, o Senhor continua derramando hoje sua Vida pelo trabalho da Igreja que, com “a força do Espírito
Santo enviado desde o céu” (1 Pe 1,12), continua a missão que Jesus Cristo recebeu de seu pai (cf. Jo
20,21).
152. Jesus nos transmitiu as palavras de seu Pai e é o Espírito que recorda à Igreja as palavras de Cristo (cf.
Jo 14,26). Desde o princípio, os discípulos haviam sido formados por Jesus no Espírito Santo (cf. At 1,2) que
É, na Igreja, o Mestre interior que conduz ao conhecimento da verdade total formando discípulos e
Missionários. Esta é a razão pela qual os seguidores de Jesus devem se deixar guiar constantemente pelo
Espírito (cf. Gl 5,25), e tornar a paixão pelo Pai e pelo Reino sua própria paixão: anunciar a Boa Nova aos
Pobres, curar os enfermos, consolar os tristes, libertar os cativos e anunciar a todos o ano da graça  do
Senhor (cf. Lc 4,18-19).
153. Esta realidade se faz presente em nossa vida por obra do Espírito Santo que também, através dos
Sacramentos, nos ilumina e vivifica. Em virtude do  Batismo e da Confirmação somos chamados a ser
Discípulos missionários de Jesus Cristo e entramos na comunhão trinitária na Igreja. Esta tem seu ponto alto
Na Eucaristia, que é princípio e projeto de missão  do cristianismo. “Assim, pois, a Santíssima Eucaristia
Conduz a iniciação cristã a sua plenitude e é como o centro e fim de toda a vida sacramental”6

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